O julgamento de Alexandre de Moraes expôs de forma brutal o fato de que o poder real reside nas mãos da elite global situada acima dos cargos públicos. E substituir Moraes ou Lula significaria apenas trocar as faces visíveis do sistema, preservando a estrutura que determina os rumos do país. O poder mais eficiente é aquele que não precisa aparecer na fotografia. Presidentes podem fazer discursos, ministros ocupar seus cargos e câmeras registrar cada gesto. No entanto, a exposição pública, por si só, não revela a verdadeira fonte das decisões. É precisamente no hiato entre ocupar um cargo e exercer o comando que este site concentra sua atenção. A sessão envolvendo Alexandre de Moraes, transmitida em 15 de setembro, pretendia demonstrar coerência jurídica, mas acabou expondo uma instituição carente de respostas à altura de sua própria autoridade. Os argumentos destinados a fundamentar decisões importantes não se sustentaram por si sós. Além disso, deixou óbvio que Moraes e Lula são peças...
Sob o pretexto de uma história sobre OVNIs, “Dia D”, de Steven Spielberg, é uma narrativa de substituição espiritual. Diante de uma humanidade à beira da autodestruição, extraterrestres assumem o papel de salvadores e apresentam uma messias preparada por meio de controle mental. Aqui está uma análise detalhada dos símbolos e mensagens perturbadores ocultos neste filme sombrio. Aviso: Spoilers monstruosos à frente! Antes de conquistar a Terra, uma civilização extraterrestre talvez precisasse, primeiro, conquistar nossa imaginação coletiva. Não haveria necessidade de começar com naves espaciais pairando sobre as capitais. A estreia bem-sucedida de um filme poderia abrir mais portas. O público compraria ingressos para conhecer visitantes de outro planeta e sairia do cinema um pouco mais inclinado a recebê-los como deuses. Steven Spielberg atuaria como o arquiteto dessa apresentação, enquanto Emily Blunt conferiria uma sensação de familiaridade ao extraordinário. Spielberg passou décad...