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Os Arquivos Epstein são a Prova de que as “Teorias da Conspiração” são Verdadeiras


Em 30 de janeiro, o Departamento de Justiça publicou 3,5 milhões de páginas em conformidade com a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein. Essa divulgação contém inúmeras imagens, vídeos e documentos que confirmam diversas “teorias da conspiração”. Aqui está uma análise dos obscuros arquivos Epstein.

Por mais de dez anos, este site tem coletado e cruzado informações sobre Jeffrey Epstein e o círculo de pedófilos que o cercava. Durante esse tempo, dissecamos a arquitetura simbólica de sua ilha, os detalhes perturbadores das obras de arte espalhadas por suas propriedades e o sistema que raramente é confrontado pela mídia de massa.

A conclusão foi o “suicídio” de Epstein cercado por inconsistências. Posteriormente, a ilha foi devastada, estruturas foram soterradas sob concreto, túneis foram selados e mansões foram remodeladas até que todo vestígio fosse perdido. Pessoas que possuíam informações sensíveis e podiam falar morreram em circunstâncias estranhas.

Há menos de um ano, a voz mais conhecida entre as acusadoras, Virginia Giuffre, morreu sob o rótulo de “suicídio”, apesar de ter declarado publicamente que não tinha essa inclinação. Há um esforço para abafar esse caso?

Não é preciso ser um “teórico da conspiração” para perceber que algo não se encaixa. O que veio à tona até agora é apenas a superfície de um iceberg muito profundo. O cerne da história aponta para uma sofisticada rede de pedofilia envolvendo algumas das figuras mais influentes do planeta.

A própria configuração da ilha, com templos, passagens subterrâneas, símbolos ocultos e uma logística incomum que incluía até ambulâncias, mostra que isso ia além do comportamento de pedófilos. O quadro que emerge é o de um sistema de abuso sistemático e ritualístico, marcado por sacrifícios de sangue.

Parece absurdo? Precisamente por isso, o assunto é tratado como delírio, e esforços foram feitos para silenciá-lo. Ao longo do caminho, informações e arquivos desapareceram.

Em um movimento inesperado, a comissão da Câmara dos Representantes divulgou algumas fotos inéditas dos aparentemente intermináveis ​​arquivos de Epstein. Algumas delas confirmaram um conceito que vem sendo descrito neste site há anos: uma cultura construída em torno da celebração da pedofilia.

Ao fundo desta imagem está “Lolita”, um livro sobre a obsessão e a vitimização de um homem por uma menina de 12 anos. No pé de uma menina não identificada, há uma citação desse livro: “Ela era Lo, simplesmente Lo, de manhã, com um metro e quarenta e sete de altura e usando apenas uma meia”. Que coisa horrível.

Mais uma frase inspirada em “Lolita” no peito de uma garota. Isso é pedofilia em outro nível.

O final de 2025 e o início de 2026 trouxeram uma avalanche de documentos.

O lote de documentos inclui várias fotos de Bill Gates com garotas não identificadas em hotéis. Outras o mostram posando com um dos pilotos de longa data de Epstein. Essa era a proximidade entre eles. Dito isso, por que Bill Gates está nos dizendo o que fazer na conferência do Fórum Econômico Mundial em Davos 2026?

O arquivo completo é caótico porque nunca foi destinado ao público e reúne tudo o que foi produzido durante a investigação. Contém fotografias, e-mails comprometedores e uma grande quantidade de provas que pintam um quadro muito mais sombrio do que a versão oficial.

As Celebridades Mencionadas

O relato de Virginia Giuffre destruiu o conforto daqueles que insistiam em descartar tudo como conspiração. O que durante anos fora tratado como rumor assumiu contornos concretos e difíceis de ignorar. A imagem dela adolescente ao lado do Príncipe Andrew, enquanto Ghislaine Maxwell permanecia à distância, nunca foi suficiente para expressar a profundidade do caso.

O pervertido da realeza, a menor traficada e a cafetina que fez a “transação” acontecer.

Entre os novos arquivos, surgiram fotografias perturbadoras.

Andrew é mostrado tocando uma mulher completamente vestida, porém inconsciente, cuja identidade permanece protegida.

Esta foto é uma representação grotesca de poder e impunidade, com o aristocrata intocável e a jovem reduzida a um objeto. Enquanto isso, documentos mostram e-mails de investigadores que reforçam a alegação de que Maxwell atraía garotas com promessas de carreiras na moda, apenas para prendê-las em um ciclo de tortura.

A troca de e-mails entre os investigadores também diz que Andrew participou na tortura de uma jovem e contribuiu para o seu assassinato.

Apesar de um erro de redação no documento, o significado é que a morte teria sido uma garantia de que a vítima jamais denunciaria o ocorrido.

Ao longo dos anos, Trump e Bill Clinton também foram fotografados diversas vezes ao lado de Epstein e Ghislaine Maxwell em festas e encontros privados. Inicialmente, não havia acusações formais.

Esse cenário ganhou ainda mais força com a divulgação de documentos em 2024, quando surgiram alegações diretas de abuso sexual de menores.

Entre os novos documentos, uma testemunha afirmou que uma amiga sua havia sido coagida, ainda adolescente (entre 13 e 14 anos), a fazer sexo oral em Trump. A mesma fonte disse ter conhecimento de gravações que incriminariam tanto Trump quanto Clinton.

Em seus comentários mais conhecidos sobre Epstein, Trump disse à revista New York em 2002:

Conheço o Jeff há quinze anos. Um cara fantástico. É muito divertido estar com ele. Dizem até que ele gosta de mulheres bonitas tanto quanto eu, e muitas delas são bem jovens. Sem dúvida, o Jeffrey aproveita bastante a vida social.

Além de Trump, membros da Família Real Britânica e até mesmo Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, foram mencionados. Entre os depoimentos da mesma testemunha, constam acusações de participação em festas com menores e até a alegação de que Trump testemunhou o assassinato de um recém-nascido.

Outro ponto sensível envolve uma figura-chave no círculo de Trump. Alex Acosta, que mais tarde assumiria o cargo de Secretário do Trabalho, desempenhou um papel decisivo no encerramento de uma investigação contra Epstein.

Em meio a essa bagunça, surgiu um e-mail atribuído a Mark Epstein, irmão de Jeffrey, no qual ele questiona se Vladimir Putin possuía fotos comprometedoras de Trump fazendo sexo oral em alguém identificado como “Bubba”, um apelido associado a Bill Clinton.

Embora o próprio Mark tenha declarado posteriormente que o nome não se referia a Clinton, a mensagem alimentou mais especulações.

Apesar das ligações documentadas entre Trump e Epstein, o vínculo entre Bill Clinton e o financista era mais profundo. Registros de voo indicam que Clinton utilizou o avião de Epstein pelo menos 26 vezes, viajando para cerca de uma dúzia de destinos.

Além disso, Epstein não era aleatório no universo Clinton. Ele foi um dos principais doadores da Fundação Clinton, participando financeiramente de iniciativas do ex-presidente.

Em 6 de junho de 2025, em meio a uma disputa que dominou as manchetes envolvendo Trump, Elon Musk afirmou que Trump aparecia nos arquivos de Epstein.

Musk rapidamente apagou o tweet e, alguns dias depois, chegou a se desculpar (sem negar o que havia dito).

Até então, Musk sempre afirmou que seu contato com o círculo de Epstein se limitava, segundo ele, a um episódio em que Ghislaine Maxwell apareceu de surpresa e acabou sendo fotografada ao seu lado.

Musk com Ghislaine Maxwell na festa da Vanity Fair após o Oscar, em 2 de março de 2014.

No entanto, os novos documentos de e-mail indicam que Musk teve interesse em visitar a ilha de Epstein em 2 de janeiro de 2014, informação corroborada por e-mails do próprio Musk.

O e-mail em questão.

E-mail enviado por Musk.

Um dos aspectos mais perturbadores dos documentos é a relação entre Epstein e Bill Gates. Essa amizade se consolidou depois que Epstein já havia sido condenado por aliciar uma menor e registrado como agressor sexual. Gates sabia exatamente com quem estava lidando e optou por fortalecer os laços. Foi deliberado.

Em outubro de 2019, o The New York Times revelou encontros repetidos entre Gates e Epstein, incluindo visitas que se estendiam até a madrugada na residência do financista em Nova York.

Na verdade, a partir de 2011, o Sr. Gates se encontrou com o Sr. Epstein em diversas ocasiões — incluindo pelo menos três vezes na suntuosa casa do Sr. Epstein em Manhattan, e pelo menos uma vez ficando até tarde da noite, de acordo com entrevistas com mais de uma dúzia de pessoas familiarizadas com o relacionamento, bem como documentos analisados ​​pelo The New York Times.
Funcionários da fundação do Sr. Gates também fizeram várias visitas à mansão do Sr. Epstein. E o Sr. Epstein conversou com a Fundação Bill e Melinda Gates e o JPMorgan Chase sobre um fundo de caridade multibilionário proposto — um acordo que tinha o potencial de gerar taxas enormes para o Sr. Epstein.
– Wall Street Journal, Melinda Gates Was Meeting With Divorce Lawyers Since 2019 to End Marriage With Bill Gates

Existem evidências fotográficas que reforçam a relação.

Bill Gates na mansão de Jeffrey Epstein em Manhattan, em 2011. Também na foto: James E. Staley, executivo do JP Morgan, Lawrence Summers, ex-secretário do Tesouro, e Boris Nikolic, conselheiro científico da Fundação Bill e Melinda Gates.

Em uma troca de mensagens de texto com um colega, Gates descreveu a rotina de Epstein como “intrigante”.

O estilo de vida dele é muito diferente e até meio intrigante, embora não funcionasse para mim.

A ligação não se limitava a encontros isolados. Funcionários da Fundação Gates também se reuniram com Epstein em diversas ocasiões.

No final de 2011, a pedido do Sr. Gates, a fundação enviou uma equipe à casa do Sr. Epstein para uma conversa preliminar sobre arrecadação de fundos filantrópicos, de acordo com três pessoas que estavam presentes. O Sr. Epstein disse aos seus convidados que, se pesquisassem seu nome na internet, poderiam concluir que ele era uma pessoa má, mas que o que ele havia feito — solicitar prostituição de uma garota menor de idade — não era pior do que 'roubar um bagel', disseram duas dessas pessoas.
Alguns funcionários da Fundação Gates disseram que desconheciam os antecedentes criminais do Sr. Epstein e ficaram chocados ao saber que a fundação estava trabalhando com um criminoso sexual. Eles temiam que isso pudesse prejudicar seriamente a reputação da fundação.

Gates também usou o avião de Epstein. O relacionamento persistiu até os últimos dias de Epstein. Pouco antes de sua morte, ele alterou seu testamento e nomeou Boris Nikolic como executor alternativo — um dos principais consultores da Fundação Gates.

Os novos documentos de e-mail mostram uma mensagem de alguém ligado à Fundação Bill e Melinda Gates com formação médica e formalmente desligado da instituição desde 2013. Ele teria sido usado por Gates para obter Adderall, um estimulante do sistema nervoso, bem como medicamentos para tratar infecções sexualmente transmissíveis contraídas após relacionamentos com garotas russas.

Os arquivos mais recentes também ampliam o escopo do caso ao trazerem referências ao Brasil.

Em uma das mensagens, o financista Ian Osborne responde a Epstein, afirmando estar no Brasil e relatando conversas com Eike Batista, bem como com membros do Grupo Itaú e da Rede Globo.

Na esfera política, Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro aparecem nas comunicações pessoais de Epstein. Lula surge em uma troca de mensagens entre Epstein e Noam Chomsky, na qual Chomsky afirma ter visitado o então ex-presidente na prisão em dezembro de 2018, descrevendo-o como um preso político. Na mesma conversa, Chomsky classifica o governo Bolsonaro como “neofascista”, enquanto Epstein e Steve Bannon demonstram apoio ao ex-presidente.

Outro e-mail é notável por misturar interesses financeiros e território brasileiro. Em 2011, David Stern tentou intermediar a compra de uma área de floresta tropical no Amapá, pertencente à empresa Brazil Timber, para Epstein.

O conteúdo da mensagem mostra que eles iriam esperar que o terreno se valorizasse para revendê-lo a investidores chineses no futuro.

No entanto, a ligação mais sensível envolvendo o Brasil está no mundo da moda. Jean-Luc Brunel, um renomado olheiro de talentos responsável por lançar as carreiras de artistas como Sharon Stone e Monica Bellucci, fundou a agência MC2 em 2004, financiada por Epstein. A empresa serviu de fachada para recrutar centenas de meninas, que acabaram sendo abusadas por Epstein.

Brunel foi alvo de uma investigação de sete meses conduzida pelo produtor da CBS, Craig Pyes, e pela repórter Diane Sawyer para o programa 60 Minutes. A reportagem investigativa 'Modelos Americanas em Paris', exibida em 23 de outubro de 1988, abordou a conduta de Brunel e de seu colega agente de modelos parisiense, Claude Haddad. Diversas modelos americanas que trabalharam com Brunel foram entrevistadas pelo 60 Minutes e descreveram suas experiências com a cultura fomentada por Brunel, na qual as modelos eram rotineiramente drogadas e abusadas sexualmente.
– Wikipedia, Jean-Luc Brunel

As alegações ganham ainda mais peso quando indicam que Brunel também realizou esforços de recrutamento no Brasil.

Este e-mail corrobora os depoimentos de mulheres brasileiras que afirmam ter sido vítimas de Epstein.

Brunel visitou o Brasil em 2019.

Vale lembrar que o histórico de abusos de Brunel circulava nos bastidores da indústria há décadas.

Por fim, os documentos revelam que, a partir de 2017, foram identificadas aproximadamente 40 transferências via sistema SWIFT, cada uma no valor de 5.000 euros, destinadas a uma conta no Banco do Brasil, cujos dados do titular estão ocultos.

Documento de uma das transferências.

Outros E-mails

Documentos recentes indicam que Epstein e membros de seu círculo pedófilo não apenas tinham acesso a materiais de tortura, mas também os produziam e consumiam.

Em um e-mail, Epstein diz: “Eu adorei o vídeo de tortura”.

Print de uma chamada do Zoom na qual um usuário identificado como “Tortura”, operando a partir de um BlackBerry, afirma estar “aguardando e assistindo” algo chamado “queijo derretido escorrendo”.

As conversas atribuídas a Epstein estão repletas de códigos. “Pizza” aparece centenas de vezes, assim como “queijo” e “requeijão cremoso”. Analisadas em conjunto, as palavras indicam um vocabulário codificado referente a material pedófilo, e não à gastronomia.

Os arquivos recentes também revelam que Ghislaine Maxwell mantinha um perfil ativo no Reddit com o nome /u/maxwellhill. Investigações e documentos usados ​​em seu julgamento indicam que a atividade do perfil cessou com sua prisão e depois da morte de sua mãe. O histórico das postagens defendia a normalização da pornografia infantil e da pedofilia.

Os arquivos também mostram esforços para apagar rastros.

Epstein contratou empresas especializadas em manipulação de mecanismos de busca para suprimir resultados que o identificassem como pedófilo e para “limpar” referências negativas, inclusive na Wikipédia.

Outro e-mail, datado de 20 de outubro de 2011, revela que Boris Nikolic forneceu a Epstein as informações de contato de Christopher Poole, o criador do 4chan.

Três dias após esse e-mail, nasceu a seção /pol/, que se tornaria a seção mais movimentada do 4chan.

Com base em extensas buscas nos arquivos do 4chan e do Reddit, surge a questão: Epstein e Maxwell moldaram subculturas digitais ou apenas se infiltraram nelas quando já estavam estabelecidas? O nome “4chan” aparece repetidamente nos registros, sempre com prints arquivados pela investigação.

Entre os textos mais estranhos está uma carta assinada por Esther, descrita como líder de um culto, endereçada a criminosos sexuais condenados ou pessoas com comportamento desviante.

A mensagem convida Epstein a se juntar a uma ala da Escola de Tigelas para Nutrição e Cura, apresentada como sucessora de uma fundação ligada a Epstein e dedicada a “medir e classificar estímulos sexuais desviantes”.

A carta descreve ainda um ritual de fertilidade em Little St. James envolvendo uma seringa de cozinha, algo que inicialmente desagradou Epstein, até que Esther lhe prometeu uma filha a cada oito anos.

O texto afirma que Epstein comprou uma casa para ela, facilitou a admissão de sua filha na universidade por meio de doações e recebia semanalmente “um pouco de sangue mórmon”. Esther conclui declarando que permanecerá em silêncio enquanto for paga.

Há também comunicações internas de 2020 nas quais os investigadores relacionam a morte suspeita de Sabrina Bittencourt (que denunciou os abusos de João de Deus) a um relato sublinhado de uma oferta de Epstein para gerar bebês para o mercado negro. No entanto, o material mais perturbador são os diários de uma adolescente escravizada sexualmente que lidou com um trauma inimaginável.

Onde Estão os Bebês?

Entre os milhares de documentos, estão digitalizações de diários mantidos por uma adolescente cujo nome foi omitido. Usando recortes de revistas e mensagens codificadas manuscritas, os diários documentam uma história horrível de escravidão sexual e gravidezes repetidas... aos 16 anos de idade.

Em um dos diários, estão colados cartões comemorativos do aniversário de 16 anos da garota. Ela já estava sob o controle de Epstein há algum tempo.

Os diários eram uma forma que a garota encontrou para processar suas experiências horríveis e, ao mesmo tempo, expressar sua criatividade. O resultado é uma jornada comovente pela mente de uma adolescente, confrontada com verdadeiros monstros.

Nestas páginas, estão colados poemas de Sylvia Plath (que, infelizmente, tirou a própria vida em 1963). Em cada caso, a garota sublinhou as passagens que se aplicavam particularmente a ela, como “Fui drogada e estuprada. Sete horas completamente fora de mim”.

Embora essas anotações no diário já sejam horríveis, as subsequentes são ainda piores: elas documentam a transformação da garota em uma “incubadora humana”.

Diversas páginas do diário contêm ultrassonografias de bebês, juntamente com palavras perturbadoras, poemas e mensagens codificadas.

Alguns dos diários da garota descrevem suas repetidas gravidezes, que sempre terminavam com… o desaparecimento dos bebês. Epstein descrevia esse processo como um “jogo”. A garota definitivamente perdia todas as vezes.

Esta é a próxima página do diário dela.

Na página está colado um poema intitulado “Natimorto”. A menina riscou a palavra “Morto” com um X porque seu bebê havia nascido.

A mensagem codificada na parte inferior da página diz:

No corredor, Ghislaine disse que ela era linda.
ELA ERA.
Não é.
Ela era uma menina linda.
Eu a ouvi!
Onde ela está?
Por que ela parou de choramingar?
Ela nasceu!
Eu ouvi os chorinhos!
Eu não aguento mais!

Resumindo, a garota explicou como deu à luz um bebê, acompanhada por um médico e Ghislaine Maxwell. Ela dizia para a garota “fechar os olhos” para não ver o bebê. O recém-nascido foi levado e nunca mais foi visto. Para onde foi o bebê?

Isso não foi um caso isolado. A garota teve várias gestações. Outra mensagem codificada diz:

Ele estava certo.
Alguns meses e dois testes de gravidez com duas linhas rosas, sem poder me relacionar com outras pessoas até que o resultado fosse positivo.
Eu quero morrer.
Por que ela não me protegeu? Contanto que eu esteja usando o que você quer.
Não há respeito por mim como ser humano. Eu não sou nada além de sua propriedade e incubadora!
Você só confia em mim quando estou sob seu controle total.
Eu nunca mais confiarei em outro homem! Eu sou a única que provê e sacrifica tudo!
Eu dou e dou por puro terror e você leva tudo de mim! Você precisa de mim para continuar…

Claramente, essas gravidezes não foram acidentais. Epstein queria que acontecessem.

Mais uma página, mais uma gravidez.

Esta página diz:

22 de abril. Eu não tive escolha.
Eu não estava pronta e ela também não.
Minha mãe me encontrou e era urgente.
Depois de tantos momentos de conexão com Jeffrey, Ghislaine e o bebê deles dentro de mim, comigo no meio, ela nem sequer olhou para mim.
Não trocamos nenhuma palavra e eu estava muito confusa.
Quando chegamos a Palm Beach, fui levada para uma casa perto da de Jeffrey, acho que se chamava Ocean Blvd ou St.
Mas era perto e eu estava SOZINHA, exceto por um motorista novo, não o Sr. Juan.
Uma senhora francesa idosa, cujas fotos na parede não a mostravam.
Ela tinha um sotaque carregado e era gentil.
Disse que havia nascido para fazer partos e que já fazia isso antes de eu nascer.
Semelhante ao último parto, com injeção e gancho, mas com muito sangue, muito líquido e uma dor insuportável.
Ela colocou as mãos dentro de mim e pareceu preocupada.
Eu não entendi. Algo sobre ela estar virada para o lado errado e pressionando a placenta?
As coisas teriam que ser diferentes.
Ela disse que eu precisava ser corajosa e forte e seguir suas instruções para que ela pudesse ajudar a tirar o bebê em segurança.
Fiquei apavorada ao ver tanto sangue na cama e no chão e comecei a entrar em pânico.
Ela me fez virar de quatro e me fez fazer força, e foi excruciante.
Eu sentia tudo enquanto ela tentava guiar o bebê para fora, mas eu estava exausta.
Senti que ia morrer, mas de repente ela pegou uma linda menina que não apenas choramingou, mas deu lindos gritos.
Ela me deixou segurá-la, lavou-a e a trouxe de volta limpa e perfeita.
Ela cheirava tão bem e me mostrou como amamentá-la.
Mas só depois de uns 15 minutos o Sr. M veio buscá-la e eu estava histérica! Implorando por mais tempo.
Ele disse que aquelas meninas horríveis estavam no carro, mas eu não a soltei.
A senhora me prometeu que ela estaria segura e eu tive que soltá-la.
Pesava 2,1 kg e media 47 cm, com lindos dedinhos longos. Estou morto por dentro.
A vida não tem sentido.
Não quero estar aqui.

Mais uma vez, a jovem deu à luz, com a ajuda de um dos “médicos” de Epstein. Após passar cerca de 15 minutos com o recém-nascido, um misterioso “Sr. M” levou o bebê embora, para nunca mais ser visto.

A última página deste diário resume o estado mental de uma pessoa completamente destruída.

Em conjunto com as palavras angustiantes desta página, a ecografia nos lembra que ela está falando de um bebê humano de verdade.

Esta página diz:

Eu sou um monstro.
EU NÃO A CONSOLEI!
NÃO CONSIGO DESOUVER SEUS GRITOS!
ELES ME ASSOMBRAM!
Eu não consegui nem olhar para ela.
Eu sou um monstro.
Eu mereço ser assombrado pelos seus gritos.
ME DESCULPE MUITO.
ESTOU DESTRUÍDO.

Após tanto trauma, a menina entrou em estado dissociativo. Ela se lembra com horror de não ter consolado o bebê, muito menos olhado para ele. Embora essa tenha sido sua maneira de lidar com o horror, ela ainda se sente um monstro.

Conclusão

Gradualmente, a percepção coletiva está começando a mudar. Não se trata mais de curiosidade mórbida ou rumores, mas do reconhecimento de que algo profundamente corrupto se esconde por trás das engrenagens que movem os círculos de poder. O aspecto mais perturbador do caso Epstein é que, há séculos, a elite se apega ao abuso infantil por motivações extremamente distorcidas.

Quando a riqueza ilimitada e a influência absoluta deixam de satisfazer, a busca por estímulos se refugia nas obsessões humanas mais sombrias (e mais antigas): violar a inocência de crianças, fazê-las sofrer e praticar rituais satânicos, apresentados como meios para alcançar o poder.

À medida que as investigações avançam, a visão geral se torna mais complexa. O número de vítimas de Epstein aumenta, os relatos se tornam mais detalhados e as acusações começam a atingir figuras antes protegidas. O que emerge é um sistema no qual as mulheres são reduzidas a meros instrumentos reprodutivos, forçadas a gerar filhos destinados a circuitos de exploração, do tráfico sexual infantil ao MKULTRA, extração de adrenocromo, tortura ritualística, sacrifícios de sangue e canibalismo.

A revelação completa de todos os envolvidos provocaria uma convulsão social de proporções enormes. Talvez seja por isso que tanta coisa permanece oculta. Mesmo assim, o conteúdo dos diários e depoimentos nos proporciona uma compreensão rara das práticas obscuras daqueles que governam o mundo.

No fim, a mensagem desses arquivos é direta e incômoda: as teorias da conspiração são verdadeiras.


Não esqueça: Inteligência e Fé!


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